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Material, iscos, nós e montagens
O que levar, como iscar, que nó fazer e como montar a linha, explicado passo a passo, para cada técnica e espécie.

Isco natural · Vermes
Americano (minhoca-de-sangue)
Poliqueta importado da América do Norte, firme e cheio de «sangue» vermelho. Aguenta bem os lançamentos e serve para robalo, dourada e sargo, mas morde: tem quatro maxilas com veneno.
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Isco natural · Vermes
Casulo
Poliqueta que vive num tubo enterrado no lodo das rias. É o isco vivo mais procurado na Ria de Aveiro, no Tejo e na Ria Formosa, muito usado para dourada, sargo e robalo.
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Cordel
Poliqueta importado muito comprido, que pode passar de um metro e se corta em troços. Isco resistente e de cheiro forte para douradas e robalos, sobretudo no verão.
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Isco natural · Vermes
Coreano (minhoca importada)
Poliqueta importado da Ásia e vendido vivo nas lojas. Resistente e fácil de conservar, é um isco polivalente de mar; os restos nunca devem ser deitados à água.
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Isco natural · Vermes
Ganso
Poliqueta comprido e robusto, dominante na apanha de isco no estuário do Sado. Isco duro e duradouro para dourada, sargo, robalo e corvina.
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Isco natural · Vermes
Minhoca de terra
O isco mais universal de água doce: barbos, bogas, escalos, carpas, tencas, percas-sol e trutas. Fácil de arranjar, de conservar e de iscar.
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Isco natural · Vermes
Minhoca-branca
Poliqueta branco-nacarado e muito mexido, das areias lodosas. Isco frágil mas muito atrativo, apreciado para robalos e bailas, sobretudo à boia e ao fundo.
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Isco natural · Vermes
Minhoca-da-lama
Poliqueta (verme marinho) dos lodos de estuários e rias. Isco clássico, macio e muito mexido, para robalo, dourada, sargo, linguado e tainha, pescado ao fundo ou à boia.
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Isco natural · Vermes
Tita (bibi)
Verme marinho grosso e sem segmentos (sipunculídeo), vendido vivo e quase sempre importado. Muito resistente no anzol e nos lançamentos fortes, é um isco seletivo para douradas, sargos e robalos.
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